Bom, várias mudanças de uma vez. Estou mudando de:

  • Emprego – estou saindo da IBM e indo trabalhar na Avon (ding dong, piada chama!) em São Paulo, através de uma empresa chamada Cognizant.
  • Estado Civil – estou juntando os pano com a mulé. Vamos morar juntos e, apesar de não estarmos planejando festas ou comemorações públicas, na prática, é isso: estou me casando.
  • Endereço – a mulé trampa em Sampa, e a partir do dia 16, eu também. Não faz sentido morar longe – o custo é muito alto para um benefício que não teria tempo de aproveitar. Estou de mudança para São Paulo, nos próximos dias/semanas/meses.

É bastante coisa pra se fazer de uma vez e, naturalmente isso me deixa inseguro em vários momentos. Mas eu já pensei nisso over and over again, e não importa o que os recôncavos medrosos de minha mente sussurrem, ainda é o que eu quero fazer. Vai ser uma fase difícil, de muito trabalho, muita correria e pouca diversão, mas com felicidade, com paz.

E, acho que daqui uns 2 ou 3 meses as coisas estarão assentadas e tudo deve andar melhor daí pra frente.

Em breve, várias mudanças (na minha vida, não no tempo que leva pra eu postar qualquer coisa aqui).

(Sim, vou fazer suspensezinho por mais alguns dias, ainda não posso contar algumas coisas – vai que elas não aconteçam).

A propósito, estou de férias, só volto à ativa no dia 3 de Novembro. Nesse meio tempo, além de me recuperar da cirurgia, pretendo encontrar um lugar para montar o cafofo com a dona do sorriso mais encantador deste planeta.

Provavelmente alugaremos algo em Jundiaí, mas estamos considerando até mesmo alguns bairros de São Paulo onde a qualidade de vida não é tão ruim, como o Morumbi.

Muitas idéias, muitos planos, e escolhas à frente. Life is Good! :-)

É o nome da cirurgia, digo, de uma das cirurgias que fiz no sábado. A outra foi uma Sinusectomia.

Em resumo, eu não vi nada. Me deram um remedinho pra dormir antes, e quando eu acordei eu já estava no quarto de volta, dando uma cena de show de horror (durante a cirurgia um certo volume de sangue vai para o estômago, e o meu não gostou muito da papinha – eu fiz a cena gomitosa da menina do Exorcista umas duas vezes).

Segundo o relato, o lado direito estava pior e o meu corneto direito foi completamente removido – é pio crocante, é da Gelato! Coincidentemente (ou não), este é o lado que dói mais agora. Em alguns momentos é como se eu tivesse uma sinusite, que dói o seio da face, o seio frontal (acima dos olhos) e também o canal que liga ao ouvido. Mas a sensação de dor é facilmente controlada com remédio, e além disso eu uso uma espécie de soro (chama-se Nasomar, spray) para lavar as vias aéreas.

Eu acho que a recuperação está indo bem, mas de vez em quando ainda sai um coágulo de sangue um pouco maior e mais feio do que gostaria de ver. Wish me luck.

Fantásticas fotos, dica do site da BBC Brasil:

Aqueous (by Mark Mawson)

Aqueous (by Mark Mawson)

Veja também o site do fotógrafo: http://www.markmawson.com/

Little Cars (in Little London series, by Toby Allen)

Little Cars (in "Little London" series, by Toby Allen)

Veja também o site do fotógrafo: http://www.tobyallenphotography.co.uk/

?? (by Chris McVeigh)

?? (by Chris McVeigh)

Veja também o site do fotógrafo: http://www.chrismcveigh.com/

On the Rocks (in Multiplicity series, by Miss Aniela)

"On the Rocks" (in "Multiplicity" series, by Miss Aniela)

Veja também o site da fotógrafa: http://missaniela.com/

Árvores caídas após a explosão. Foto tirada durante a expedição de Kulik, em 1927.

Árvores caídas após a explosão. Foto tirada durante a expedição de Kulik, em 1927.

Há 101 anos atrás, neste dia, uma bola de fogo rasgou os céus da Terra com um estrondo imponente. A explosão do impacto, diz-se, quebrou as janelas por centenas de quilômetros em todas as direções, e jogou as pessoas a metros de distância.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Evento_de_Tunguska

http://en.wikipedia.org/wiki/Tunguska_event

http://en.wikipedia.org/wiki/Tunguska_event_in_popular_culture

Lembre-se: uma dia pode ser que o céu caia sobre nossas cabeças ;-)

Tempus fugit.

Depois de um longo e tenebroso inverno, muito trampo e férias nas últimas 2 semanas, voltei. :-)

Ponte no Caminho para o Canyon Fortaleza (Férias Junho/2009)

Ponte no Caminho para o Canyon Fortaleza (Férias Junho/2009)

Foi um passeio muito gostoso, em que vimos lugares muito bonitos. :-)

Achei a idéia engraçada, então:

1º: pegar o livro mais próximo: History of Europe, J.M. Roberts
2º: abrir na página 161;
3º: procurar a quinta frase completa;
4º: colocar a frase no blog;
5º: repassar para cinco pessoas [esse eu não vou fazer!]

frase: “Yet from at least the twelfth century European society was everywhere, and not merely in the Italian republics, generating new kinds of wealth and even of power which could not find a place in the old hierarchies and so brought tehm in question”

E depois de ter escrito o e-mail referido no post anterior, eu fiquei pensando: “Se starboard vem de steering-board, por que diabos o lado direito seria o lado de steering (dirigir, pilotar)?”

A resposta, ou a mais precisamente a intuição para uma resposta extremamente plausível, mas que não confirmei com nenhum estudo, me veio através do(s) livro(s) que estava lendo: The Saxon Stories, de Bernard Cornwell.

O Cornwell escreve vários romances históricos, usando como pano de fundo algum momento histórico, os quais ele parece pesquisar em grande profundidade, e constrói histórias ficcionais, mas providas de caráter muito realista em relação aos respectivos conextos históricos.

No caso das Stories, faz um retrato muito detalhado das invasões Vikings na ilha que um dia viria a ser chamada Inglaterra. A despeito do que está escrito na Wikipedia, nos livros do Cornwell é dito que viking, originalmente, não é um povo, mas sim um ato. O ato de desembarcar, saquear, pilhar, queimar, estuprar e capturar (escravos), e ir embora. Os povos que ficaram conhecidos por essa denominação do ato são Dinamarqueses (Danes), Noruegueses e Suecos. Eu tendo a acreditar mais no Cornwell que na Wikipedia, but YMMV. Recomendo fortemente a leitura dos livros, de preferência em Inglês. Já há traduções, mas o título do segundo livro, de The Pale Horseman, foi transformado em “O Cavaleiro da Morte” – a intenção foi boa, mas o resultado não.

Ao longo dos livros há vários episódios que ocorrem em navios, e os relatos sempre descrevem o steering board, onde ficava o steering oar, que poderia ser traduzido aqui como “Pá de Pilotagem”, mas que usarei leme (rudder) para simplificar.

Faz sentido que os lemes tenham sido, em um primeiro momento, estruturas laterais às embarcações. Lemes como estruturas montadas no centro da popa (traseira) do barco, pendurados, provavelmente apareceram mais tarde na História, pelo simples motivo de que o leme na lateral é mais fácil de se fazer.

Agora, dados os dois lados, por que um e não outro? Qualquer um que já tenha velejado, ainda que pouco, sabe que num dia de vento mais forte acaba-se fazendo bastante força no leme – para corrigir o curso e também para compensar o movimento das ondas. Como a maioria das pessoas é destra, faz todo o sentido que o leme fique do lado que tem o braço mais forte, ou seja o lado direito.

Logo, como do lado direito havia o leme, faz todo o sentido que, ao atracar num porto, os navegantes encostassem o lado esquerdo no cais – para não restringir o uso do leme (do lado direito). Assim, o lado voltado para o cais era o lado usado para carregar e descarregar mercadorias. O lado do porto, ou port.

Faz sentido, e é plausível. Não quer dizer que seja verdade ;-)

Bom, escrevi o post anterior para falar um pouco do meu interesse em Etimologia, para justamente emendar neste. Outro dia eu estava curioso com a origem dos termos náuticos, em inglês, startboard e port, que na nossa terminologia naval correspondem, respectivamente, a boreste e bombordo.

(aviso: post longo)

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