napa maldita ii

O subtítulo deveria ser “A vingança”. Ou “O retorno dos mortos-vivos”. Enfim, polipose nasal é uma merda. Exceto pelo fato de que, com ela (a polipose), eu não sinto o cheiro dela (a merda). Em São Paulo isso é muito importante.

Cirurgia marcada para dia 29/11, 2a.feira, daqui 8 dias. Uma semana de molho, depois uma semana de home-office, depois vamos ver.

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napa maldita

Meu nariz, ah, meu nariz. Novo diagnóstico de polipose nasal, desta vez mais forte no lado direito. Estou no processo de marcar a cirurgia, vou tentar realizá-la ainda este ano, mas ainda não há data.

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Praia de Reñaca


Praia de Reñaca

Originally uploaded by alexeiz2002

Pacific

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howto automount iso images in linux

Ever wanted to peek into the contents of an .ISO file, a.k.a. “CD image file” (or many other names), without having to burn it? This post is going to teach you how you can easily access the contents of all the ISO files you want, from now on.

This recipe was prepared and tested on Ubuntu Linux 10.04, but it should pretty much work smoothly in any Linux distribution. Although this has been set up exclusively for ISO images (used in CDs), this can be, in theory, used to almost any filesystem, including DVD’s UDF or any other filesystem you like.

First, make sure you have autofs, also known as automount installed:

$ sudo apt-get install autofs

This package will provide a /etc/init.d/autofs script to control the service and a /etc/auto.master file to configure the service.

Planning

First things first: we need to plan two things: a) where we are going to mount the .iso images, and b) where the .iso files are going to be mounted from. In this example, I have created a structure like:

/local/iso
          /images
          /files

where the /local/iso/files will hold the .iso files, while the /local/iso/images is the place where we are going to access their contents. Thus, if you place a file (or create a symbolic link, for instance) named mydisk.iso within /local/iso/files, you are going to be able to access a directory named /local/iso/images/mydisk.iso/, magically mounted for you.

Let’s get to work

To achieve that we need to edit the /etc/auto.master file, which is provided by the autofs package and include a line like:

/local/iso/images         /etc/auto.iso    --timeout=10

This line tells autofs to manage everything under the /local/iso/images directory, using the configurations in the /etc/auto.iso file – that will be created in the next step. Besides that, we’re setting a 10 seconds timeout for the automounted directories – way shorter than the default value of 60 seconds. That is, if no process is using that directory for 10 seconds, autofs will unmount it.

Next we are going to set up a /etc/auto.iso file, with the contents:

*	-fstype=iso9660,loop     :/local/iso/files/&

The star sign “*” on the beginning of the line tells autofs that it should auto-mount anything – as opposed to specifying directories names you wish to be auto-mounted.

The middle piece are the mounting options:

  • -fstype=iso9660 – the filesystem type for CD images, which is the filesystem that define the internal structure of ISO files (and file CDs, for that matter)
  • loop – filesystems are mounted from block devices, such as the partitions in your hard-drive, or in your USB pen-drive. Using this option you tell Linux not to complain about mounting a filesystem from a regular file (the ISO file, in this case)

The last piece is a little bit trickier. The colon-sign “:” is necessary because automounting was, historically, designed to automatically mount and unmount remote directories, using NFS. However, today you can not only choose to mount other types of filesystems, as well as mounting local files, like we’re doing now. For remote directories, the syntax would be something like:

server:/my/remote/directory

When mounting from local devices/files there is no server to specify but you must use the colon sign.

Then you have the ampersand sign “&” at the very end. The ampersand is the counterpart of the wildcard character “*” used for the mounting directories. It means: “replace this ampersand symbol with whatever you actually try to access there under the /local/iso/images tree”.

Into action

Next you must start (or restart) the autofs service so it can pick up these settings. That may vary depending on your distro, but in Ubuntu you simply run:

$ sudo restart autofs

You can now try it by copying an ISO file to the /local/iso/files – any regular ISO-9660 file should do.

For instance, if you don’t want your mounted directory to have a “.iso” extension, you can edit /etc/auto.iso to be like:

*	-fstype=iso9660,loop     :/local/iso/files/&.iso

All set. I have provided a sample.iso file that you can use to test this. Then you’re going to have something like this:

00:12:28 BRT /local/iso/files $ ls -l
total 384
drwxrwxrwt 2 root root   4096 2010-09-25 00:12 ./
drwxr-xr-x 4 root root   4096 2010-09-22 14:53 ../
-rw-r--r-- 1 az   az   382976 2010-09-25 00:12 sample.iso
00:12:30 BRT /local/iso/files $ cd ../images/sample
00:14:16 BRT /local/iso/images/sample $ ls -l
total 6
drwxr-xr-x 4 az   az   2048 2010-09-24 23:58 ./
drwxr-xr-x 3 root root    0 2010-09-25 00:14 ../
drwxr-xr-x 2 az   az   2048 2010-09-24 23:58 surprise-surprise/
drwxr-xr-x 2 az   az   2048 2010-09-24 23:59 ultrasecret/

There you go, you are viewing the files within the file! 🙂

Referências


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pobre verso

Pobre Verso

Faço um versinho para o meu amor
Mas é tão pobre, mirrado e franzino
Que até dor com flor, confesso que rimo
Poeta cascudo e tosco que sou
Mas o amor é mesmo assim muito estranho
No coração, pequeno, é infinito
Mas na caneta outros versos imito
Que seja, se um sorriso ao menos ganho
Por mais que me desdobre, fica a linha
Como antes: parca, incortês e pobre.
Persisto, tal insensatez é a minha.
Que me cobre a Poesia, sigo adverso
Pobre é quem por este verso caminha
e não vê o meu Amor tal qual Universo.

— Alex Bandeira

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equinócio perl – setembro 2010

O planeta Terra e o grupo São Paulo Perl Mongers – a comunidade Perl de São Paulo – realizam nos meses de Março e Setembro os seus Equinócios.

O Equinócio da Terra ocorre quando o Sol, em sua órbita aparente, cruza o equador terrestre. Esse evento ocorre duas vezes ao ano, e marca o início das estações Primavera e Outono.

O Equinócio da SPPM é um evento virtual, no qual, durante o mês do Equinócio Terrestre, é publicado um artigo novo por dia na página do grupo, escritos pelos membros da comunidade, até as noites iguais. O Equinócio Perl foi criado para celebrar o Equinócio Terrestre e difundir a linguagem Perl.

Se você ainda acha que Perl é somente uma linguagem de fazer scripts bobinhos, se você ainda acha que Perl não serve para atender ao Enterprise Computing, se você ainda vê Perl como ele era em 1996…. Wake Up and Smell The Coffee!!!!

(pequena descarada auto-propaganda: o artigo de hoje do equinócio foi escrito por mim! 🙂 )

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perl mongers bêbados


IMGP5873

Originally uploaded by kawanet

(Um mais bêbado que os outros dois)

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