camarão é a mãe

Cheguei em Natal no domingo de madrugada – o vôo atrasou, pra variar, e tinha um holandês injuriado que atrasou 1 hora e 20 minutos e não devolveram o dinheiro dele. Ele não fez nenhuma cena, mas ficava falando isso pra mim a cada 10 minutos: “In Holland…”

Enfim, o Fagiani estava me esperando, ainda bem que ele já tinha visto na internet que o vôo estava atrasado, e não estava me esperando no aeroporto desde as 3 da manhã. Fomos para a casa dele, que é logo atrás do Aeroporto, em Parnamirim (que faz parte da “Grande Natal”, mas é outro município), e eu simplesmente desmaiei na cama.

Acordamos tarde, a Karen – esposa do Paulo (Fagiani) – preparou um delicioso café da manhã, ou do almoço, pois quando acabamos já era meio-dia. A Karen precisava ir à casa de colegas fazer trabalho para a faculdade, o Fagiani e eu emendamos e passeamos pela cidade. Passei pela cidade alta e pela cidade baixa, rodamos na orla, no centro histórico. Demos um pulo no escritório dele, de onde eu possivelmente vá trabalhar alguns dos próximos dias.

Longe de Casa Ponte Forte-Redinha (não inaugurada ainda)

Lá pelas 4 da tarde paramos no Mangai para almoçar: simplesmente um desbunde. Lá é um self-service por quilo, com uma gama de opções absolutamente imbativel. Comi um feijão verde com creme leite, paçoca (nordestina, é como se fosse uma farofa com carne seca). De sobremesa,”Cartola”: banana frita com queijo de manteiga, canela e chocolate. Muito bom!🙂

Gatos SatânicosBuscamos a Karen, então fomos até a orla, paramos o carro e caminhamos na praia um pouco, fomos até o Morro do Careca, um dos cartões postais mais famosos de Natal, e depois pela areia, molhando os pés nas ondas. Ficamos andando e conversando, contando histórias, por uns 40 minutos. Depois passamos rapidamente por uma espécie de “shopping” de artesanato, comprei uns badulaques e uns cartões postais.

Fomos então ao restaurante Camarões, onde comemos “Camarão ao Alho-Poró”. Absolutamente-absurdamente fantástico, delicioso, e… pequeno – para um prato tão gostoso: por mim ele poderia ser 3 ou 4 vezes maior, que eu continuava comendo.

Hoje fiquei trabalhando daqui da casa do Fagiani mesmo, almoçamos um Escondidinho, com manteiga do sertão (que nos restaurantes nordestinos em que já fui em Brasília e São Paulo, se chama de “manteiga de garrafa”), que também estava muito bom.

Estou agora terminando de escrever este post da rede, onde durante bate uma brisa gostosa o dia inteiro.

Ah sim, antes que perguntem: tirei algumas fotos, sim, mas só ainda não descarreguei no micro – vou tentar fazer isso hoje ainda, se não amanhã eu subo as fotos para o flickr.

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