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Até o fim deste ano eu estarei atolado, a minha assiduidade em postar mensagens, que já não é grandes coisas, deve cair bastante.

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Eu não sou fã da Madonna. Eu não acho que ela seja o ápice do supra-sumo da gostosura. Ela tem umas musiquinhas legais, algumas mais legais que outras, ela com certeza tem muita noção de coreografia (ou pelo menos, de coreografias que vendem para a grande massa consumidora).

Mas com certeza eu não acho que ela valha R$ 600,00 do meu suado dinheiro. Acho natural que uma maior demanda cause um  preço mais elevado, mas para tudo há limites. Se o preço do refrigerante começar a ficar muito alto, pare de tomar refrigerante, beba água ou suco. Existe um limite até onde se está disposto a pagar, mas para esse tipo de evento, aqui no Brasil, parece que apenas o céu é o limite. As pessoas estão dispostas a pagar quantias absurdas por um ingresso para ver … a Madonna? Ouvi falar de 1500 reais nos cambistas, no Rio de Janeiro. Impressionante.

Motivo #6725 para querer ir embora do Brasil:

http://evocecomisso.blogspot.com/2008/07/homenagem-sincera.html

Meus caros senhores, existe um limite para as coisas.

Eu estou pasmo. Não acreditei quando li: “Casal luta na Justiça para que os filhos só estudem em casa”. Vejam isso:

Para demostrar que o ensino em casa é eficiente, Cléber Nunes diz ter incentivado os filhos a prestar o vestibular na Fadipa (Faculdade de Direito de Ipatinga), escola particular da região, no início do ano. Eles foram aprovados em 7º e 13º lugar. O resultado virou peça de defesa no processo.

Mas o que realmente me deixou puto da vida foi:

Por outro lado, Mello diz entender a posição dos pais que reivindicam o direito de ensinar os filhos em casa porque a escola pública hoje dificilmente oferece essas condições. “Do ponto de vista estritamente individual dá para compreender a atitude dos pais. Mas tem o ponto de vista maior, que é preservar uma política pública. Não dá para deixar que cada um resolva a escolaridade do seu filho à sua maneira.”

Me desculpe, minha senhora, mas o ponto de vista maior da educação não é preservar política de porra nenhuma, é educar as pessoas, para que elas  possam crescer (em um sentido bem amplo) e tomar decisões inteligentes e fundamentadas.

Alguém pelamordedeus me ofereça uma vaga de emprego na Europa. Nessas horas eu me lembro do Morróida.